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    Colocamos aqui alguns pontos que acreditamos importantes na hora de montar o circuito:

    1 – Um professor para cada estação (assim o professor fica focado na estação específica),

    2 – Divisão igualitária de alunos(as) por estação (evitar filas),

    3 – Bom uso do espaço para que todos estejam em atividade evitando grandes filas.

    4 – Se houver um grande número de alunos e poucos professores, é recomendado a utilização de poucas estações, mas com múltiplas tarefas, onde o aluno (a) pode rapidamente realizar diferentes gestos técnicos.

    5 – Ainda no caso de muitos alunos e poucos professores, outra sugestão é o uso de estações que combinem alguma tarefa técnica (como passe e domínio), com situações de jogo (como 1 x 1). Esta é uma excelente forma de combinar tarefas e deixar todos em atividade e motivados.

    6 – Para os circuitos com situação de jogo, limitar bem o uso do espaço, para que os duelos não ocorram por todo o campo, atrapalhando as outras estações. Além disso, a delimitação do espaço pode aumentar ou diminuir a pressão sobre o portador da bola. Pense na idade e no nível técnico dos seus alunos ao delimitar o espaço.
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    7 – O tempo para que os duelos ocorram também é importante. Na nossa opinião, é melhor usar tempos curtos, estimulando os (as) jogadores (as) a partirem para os duelos. Não estamos treinando resistência específica, queremos ver o comportamento em determinadas situações. Ao terminar o duelo, com tempo curto, pode-se alternar as posições, ou mesmo só passar o atacante para a defesa. Se o duelo for longo, está troca direta fica comprometida, pelo falta de tempo para a recuperação.

    8 – Circuitos voltados para as avaliações: principalmente nas avaliações, mas não exclusivamente, procure se colocar em uma posição onde você possa contemplar a realização da tarefa como um todo. O ideal é que o professor esteja posicionado “lateralmente” ao exercício, afastado o suficiente para ter uma visão de todo o movimento que esta sendo executado pelo (a) atleta. Além disso, na avaliação sempre é recomendado estimular os alunos a realizarem as tarefas da maneira mais rápida possível. Uma tarefa realizada em baixa intensidade é menos específica à realidade do que acontece no jogo. Deste modo, um bom desempenho em velocidade baixa pode não refletir o desempenho do aluno em uma situação de jogo real.

    9 – Deixe que o (a) atleta passe por mais de uma vez em cada estação. A primeira passagem serviria de vivência, conhecimento, tendo as outras repetições a atenção melhor voltada para a correta utilização do gesto ou da tomada de decisão.

    Esperamos que com este rápido guia, nós possamos auxilia-lo no seu plano de aula, especificamente na utilização dos circuitos (tanto para aula como para o treino).
    Note, por favor, que não tocamos nos circuitos voltados para o treinamento das capacidades condicionais (força, resistência e velocidade), não sendo o foco neste artigo.

    Agora é colocar em prática e ver o que mais se adapta à sua realidade.
    Bom trabalho!


     

    O treino em circuito foi desenvolvido para que o máximo de crianças ou atletas pudessem realizar diferentes atividades ao mesmo tempo. Costumeiramente, o professor divide o espaço com atividades diferentes e as crianças tentam executar as tarefas da melhor forma possível.

    As tarefas podem ser divididas em gestos isolados, como apenas condução, controle e etc, ou podem combinar diferentes gestos como condução seguida por finalização, ou controle com finalização.
    Conhecendo bem seu grupo, o professor pode priorizar uma das duas formas de trabalho citadas anteriormente, dando ênfase a um determinado gesto, ou combinando as ações e assim aproximando mais à realidade do jogo. Porém, além do circuito técnico, há também o circuito que contempla situações de jogo, principalmente os duelos de 1 x 1 e 2 x 1. Neste caso, pode-se também associar algum gesto específico, como o domínio de lançamento vindo do goleiro, antes de se iniciar o duelo, trazendo novamente o exercício para uma situação mais próxima da realidade do jogo.

    Para as idades menores, o ideal é usar um número menor de estações e um número menor de tarefas em cada estação. Assim, o foco fica no gesto técnico escolhido. Para os mais velhos, a partir dos 11 anos, pode-se montar um circuito com um maior número de estações e combinar múltiplas tarefas em cada estação.Aliás, combinar múltiplas tarefas em cada estação é o conceito hoje mais aceito, já que evita que o (a) atleta crie um padrão motor e fique repetindo o gesto técnico indefinidamente.

    A idéia é intercalar os gestos técnicos, para que o(a) garoto(a) tenha que sempre adaptar o movimento à nova tarefa. Ou, como dissemos anteriormente, colocar os gestos em sequência, onde o sucesso de uma ação é dependente da ação anterior, como domínio orientado e chute, aproximando a ação ao ambiente de jogo.


     

    Os atletas que competem em alto nível nas modalidades coletivas já apresentam um nível alto de desempenho, tendo bom domínio de todos os fundamentos do jogo inerentes a sua posição.

    Neste contexto, o processo de preparação deve estar voltado para o refinamento de seu desempenho, para que ele consiga atingir o máximo de excelência, pois, ele vai estar em uma forte disputa por espaço com os outros jogadores, tanto por briga por titularidade como por vaga nos processos seletivos (as conhecidas “peneiras”). Esta disputa acontece no ambiente das equipes profissionais, categorias de base e esporte universitário. Neste cenário os detalhes fazem a diferença na preparação, portanto, a avaliação de desempenho deve ser precisa o suficiente para apontar os principais pontos que precisam ser aprimorados. Diante disso, a avaliação IES deve ser interpretada da seguinte forma:

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    1 – Uma referência objetiva no nível de desempenho que precisa ser alcançado em cada fundamento relevante à posição do jogador (valor quantitativo alvo) para que o atleta atinja desempenho satisfatório à vaga almejada.

    2 – Uma referência descritiva do que o jogador precisa dominar em cada fundamento para atingir o desempenho almejado para ter condições de disputar a vaga desejada (descrição qualitativa do objetivo alvo).

    3 – Descrição do nível de desempenho atual do jogador para avaliar o quanto falta para ele atingir o nível necessário para disputar a vaga desejada.

    4 – Descrição do desempenho nos fundamentos para orientar o treinamento aos pontos que precisam ser aprimorados.

    O universo do esporte de alto rendimento é muito exigente e detalhista. O processo de preparação nesta etapa deve ser preciso e intenso. Além disso, é recomendado que seja o mais personalizado possível para otimizar a evolução dos jogadores. Por esta razão, as avaliações e treinamentos devem ser bem direcionados e treinamentos individualizados podem ser complementos extremamente úteis.


     

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